quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Johrei e felicidade

JOHREI E FELICIDADE

  • Por: Meishu-Sama
  • Editoria: Culto Mensal

Embora possa parecer que o Johrei da nossa religião tem por objetivo a cura das doenças, na verdade, não é só isso. Ele tem um significado muito maior, sobre o qual vou escrever. Em poucas palavras, poderíamos dizer que ele é um método de criar felicidade. Isso porque, simplesmente falando, a doença, na verdade, é purificação. Nem preciso dizer que a purificação é o processo de eliminação das nuvens do espírito. E não é só isso: trata-se de um processo que leva à erradicação de todos os sofrimentos do ser humano.

Costumo ensinar que a doença, a pobreza e o conflito são formas de purificações. No entanto, dentre os processos purificadores, a doença é a mais importante, porque ela tem relação com a nossa vida. E quando conseguirmos resolver o problema da doença, a pobreza e o conflito serão naturalmente solucionados. Posto que isso é fundamental para se alcançar a felicidade, está muito claro que a causa da infelicidade são as nuvens do espírito. O meio mais simples e infalível de solucionar os problemas é justamente o Johrei, método de eliminar as nuvens do espírito. Por esse motivo, conforme disse no início, o Johrei não visa somente à cura da doença. Vou tecer explicações mais detalhadas a respeito.

Em concordância com o que já escrevi em outras oportunidades, o corpo material do ser humano respira no Mundo Material, e o espírito vive no Mundo Espiritual. Sendo assim, a situação do Mundo Espiritual influi diretamente no espírito e se reflete no corpo físico, de modo que o destino do ser humano se origina no Mundo Espiritual.

De forma idêntica ao Mundo Material, o Mundo Espiritual está constituído de numerosas camadas: superiores, intermediárias e inferiores. Grosso modo, o Mundo Espiritual é formado por três planos. Cada plano possui sessenta camadas, que se subdividem em três, cada qual com vinte camadas. Ao todo, são cento e oitenta camadas, mais uma – acima de todas – ocupada por Deus. Temos, pois, cento e oitenta e uma camadas. Qualquer divindade, por mais elevada que seja, acha-se em uma das cento e oitenta camadas. [...]

Suponhamos que um espírito se encontre em uma das vinte camadas da parte mais baixa das sessenta inferiores. Como isso corresponde ao fundo do Inferno, é um mundo repleto de sofrimento inimaginável. Uma vez que esse estado se projeta no plano físico, a pessoa vive uma situação de profundo sofrimento. Já nas vinte camadas logo acima, o sofrimento é menor e, subindo mais vinte, torna-se ainda mais suave, mais tolerável. E assim por diante. Fica claro, então, que o padecimento varia de acordo com a posição do espírito nas várias camadas do Mundo Espiritual. [...]

Como se vê, a camada em que se encontra o espírito de uma pessoa se reproduz fielmente em seu destino. Por esse motivo, ela deve estar atenta para elevá-lo cada vez mais.

À medida que o espírito se eleva, proporcionalmente os sofrimentos diminuem, e a felicidade aumenta. Isso porque os sofrimentos decorrentes da purificação se tornarão desnecessários. Por esse motivo, enquanto o corpo espiritual estiver nas camadas inferiores, é inútil apelar para a inteligência e envidar esforços porque esta é a inexorável Lei Divina, assim como é a Lei Espírito Precede a Matéria.

Por conseguinte, para que o ser humano alcance a felicidade é imprescindível que ele purifique seu espírito a fim de torná-lo mais leve e busque constantemente atingir as camadas superiores. Fora este, não existe absolutamente outro método para alcançarmos a felicidade. E nisso reside o profundo significado do Johrei.

Por Meishu-Sama, em 25 de março de 1952
Alicerce do Paraíso, vol. 1

terça-feira, 31 de outubro de 2023

QUEM SOU EU? A IMPORTÂNCIA DA NOSSA HISTÓRIA

O ser humano está em uma busca incessante por sua história. A investigação acerca das origens se faz presente desde a mais tenra idade. De onde eu vim? Como nasci? Quem é a minha família, quem são as pessoas a quem estou ligado? Para onde irei? Com quem me pareço? Qual é a minha história e a história dos meus ascendentes? Todos nós temos uma história. Ela é única e diferente de qualquer outra.  Ela existe antes mesmo do nascimento e é alimentada pelo contexto familiar e social, desejos dos pais, relações com aqueles que cuidam e protegem. Todos nós temos uma origem, pertencemos a algum grupo, fazemos parte de uma cultura. Esses elementos compõem nossa identidade e nos oferecem referências para construir projetos de futuro.

Quando encontramos respostas para a natural investigação sobre nossa origem, adquirimos mais consciência e controle sobre nossas decisões, nos implicamos de forma responsável em relação ao que vivemos e atribuímos mais sentido às nossas escolhas.

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Para crianças e adolescentes que estão em serviços de acolhimento esse processo de busca pelas origens, autoconhecimento e fortalecimento da identidade é ainda mais complexo e desafiador, pois eles deixaram de conviver diariamente com seus familiares, estão longe de suas casas, de seus amigos e vizinhos, passam a frequentar uma escola diferente. Nesse contexto, muitas dúvidas, angústias e incertezas vêm à tona. “Por que estou aqui?”, ”cadê minha família?”, “quando vou voltar para casa?" são perguntas frequentes que precisam ser respondidas com afeto, honestidade e segurança.

Mas seria realmente necessário falar sobre isso? Não seria melhor esquecer? Uma história vivida não se esquece. Querendo ou não, lembrando de forma consciente ou não, essas experiências nos marcam, nos constituem e nos determinam. Por mais difíceis que sejam o passado e o presente de uma criança ou adolescente, aquela é sua história. Não conversar sobre isso, preferir que esqueça ou fazer de conta que esqueceu tem consequências para seu desenvolvimento. Quando não falamos com a criança e o adolescente sobre o que viveu, eles continuam expressando suas angústias e sofrimentos, não por meio de palavras, mas por meio de comportamentos agressivos, da dificuldade em se vincular, do choro, da enurese noturna (o famoso “xixi na cama”), dos mais diversos sintomas. Sabemos que, quanto mais houver espaços para expressão e elaboração dessas histórias, menos reações descontroladas surgirão e mais ferramentas os adultos terão para ajudar as crianças e adolescentes a se fortalecer.

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O respeito à história e o direito à verdade são a base para o trabalho com as crianças e adolescentes que estão nos serviços de acolhimento. Tão ou mais importante do que matriculá-los na escola, no futebol, levá-los ao médico ou para passear, é poder lhes dizer por que estão acolhidos e qual a relação que poderão ter com sua família a partir daquele momento. É se interessar e valorizar suas recordações, saudades e hábitos, propiciando um espaço de acolhimento verdadeiro.

 A metodologia do FMH resgata e fortalece as histórias de vida

Um dos caminhos para ajudar crianças e adolescentes acolhidos a lidarem com esse momento desafiador é o Fazendo Minha História (FMH), cujo objetivo geral é oferecer meios de expressão para que cada criança e adolescente elabore e se aproprie de sua história passada e presente.

  O trabalho se desenvolve a partir do vínculo de confiança com um colaborador, com quem a criança ou adolescente se encontra semanalmente, durante uma hora, pelo tempo que durar o acolhimento. Ter adultos com quem conversar traz alívio, sensação de cuidado e de não estarem sozinhos. A partir da relação com esse adulto de referência e por meio da literatura infanto-juvenil, crianças e adolescentes constroem um álbum com a própria versão sobre suas histórias de vida. Desenhos, colagens, fotos e textos retratam experiências e pessoas significativas com quem convivem ou conviveram. O álbum valoriza suas famílias e origens, registra e preserva informações que os ajudam, hoje e amanhã, a entender o período do acolhimento e a projetar sonhos para o futuro. Quando vão embora do acolhimento, meninos e meninas levam consigo suas memórias e sentimentos nos mais belos registros!

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sábado, 28 de outubro de 2023

O sentido da Guerra




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Guerras geralmente acontecem quando dois países falham em elaborar um acordo que às duas partes concordam, dizem que "O principal objetivo da guerra é a paz", porém o que vemos é um derramamento de sangue sem nenhum sentido em qualquer guerra que tenha.

Voltemos ao passado e olhamos as guerras no oriente médio onde os Estados Unidos gastaram trilhões de dólares e isso lhe rendeu maus frutos, como a onda de ataques de terroristas em seu território e dos seus aliados. Existe algumas conspirações que falam que as guerras no oriente médio ocorreram por conta do petróleo que tem na região. Pensem e se esses trilhões de dólares fossem usados para combater a fome no mundo, hoje em dia o mundo estaria bem melhor!

Eu sei que às vezes as guerras são necessárias, porém, as guerras devem acontecer como um ato de defesa e não agressão. É como dizem o primeiro a atacar perde a razão, por esse mesmo motivo a suposta guerra na coreia não acontecerá. Sempre que vejo uma notícia sobre alguns países perto de um conflito, me deparo com comentários de pessoas que querem que aconteça uma guerra e alguns ainda querem algo pior, uma guerra mundial, mesmo sabendo que em uma guerra mundial todos vão morrer.


Obrigado pela leitura!

Qual o sentido da guerra

[…] Como, sem dúvida, você pode imaginar, nós costumamos perguntar em desespero: “Qual é o sentido da guerra? Por que, por que as pessoas não podem viver juntas em paz? Por que toda essa destruição?”

A pergunta é compreensível, mas até agora ninguém encontrou uma reposta satisfatória. Por que a Inglaterra fabrica aviões e bombas maiores e melhores e, ao mesmo tempo, constrói casas novas? Por que se gastam milhões com a guerra a cada dia, enquanto não existe um centavo para a ciência médica, para os artistas e para os pobres? Por que as pessoas têm de passar fome, quando montanhas de comida apodrecem em outras partes do mundo? Ah, por que as pessoas são tão malucas?

Não acredito que a guerra seja apenas obra de políticos e capitalistas. Ah, não, o homem comum é igualmente culpado; caso contrário, os povos e as nações teriam se rebelado há muito tempo! Há uma necessidade destrutiva nas pessoas, a necessidade de demonstrar fúria, de assassinar e matar. E até que toda a humanidade, sem exceção, passe por uma metamorfose, as guerras continuarão a ser declaradas, e tudo o que foi cuidadosamente construído, cultivado e criado será cortado e destruído, só para começar oura vez!

FRANK, Anne. O Diário de Anne Frank: edição definitiva por Otto H. Frank e Mirjam Pressler. Tradução de Alvez Calado. 29ª edição. Rio de Janeiro: Edições BestBolso, 2014, p. 311.

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Bolo salgado da Maritza🍞🍞



Ingredientes:

🍞2 pacotes de pão de forma (450g cada)

Recheio:
🍞2 peitos de frango inteiros
🍞1 tablete de caldo de galinha
🍞Azeite ou manteiga
🍞1 cebola picada
🍞1 dente de alho picado
🍞1 tomate sem sementes picado
🍞2 colheres (de sopa) de molho de tomate
🍞1 lata de milho (200g)
Azeitonas picadas à gosto
🍞Salsinha picada à gosto
🍞Sal e pimenta-do-reino à gosto
🍞200g de requeijão cremoso
🍞200g de maionese
🍞1 média cenoura ralada

Cobertura:
🍞250g de maionese
Batata palha à gosto
Cenoura ralada à gosto.
🍞🍞🍞🍞🍞🍞🍞
Modo de preparo:
Cozinhe os peitos de frango com água, sal e o caldo de galinha na panela de pressão por 30 minutos.
Escorra a água e desfie o frango.
Em uma panela, coloque o azeite e a cebola, refogue por 1 minuto, adicione o alho, o molho de tomate e o tomate picado, refogue mais um pouco.
Acrescente o frango desfiado, tempere com sal e pimenta-do-reino, acrescente o milho, as azeitonas, o requeijão, 200g de maionese e a salsinha, misture.
🍞🍞🍞🍞🍞🍞🍞
Montagem:
Retire as cascas dos pães.
Forre com papel-alumínio um refratário e coloque a primeira camada de pão de forma.
Passe um pouco de maionese, por cima coloque o recheio de frango e cenoura ralada.
Coloque a segunda camada de pão de forma e repita o processo até preencher todo o refratário.
Leve à geladeira por 4 horas ou de um dia para o outro.
Retire da geladeira e desenforme.
Cubra o bolo com maionese e decore com batata palha e cenoura

sexta-feira, 13 de outubro de 2023

A IMPORTÂNCIA DO SOREI SAISHI. O ESPÍRITO ASSENTADO GANHA UMA DIVINDADE QUE VAI LHE ORIENTAR NO MUNDO ESPIRITUAL.



Inscrever os nossos antepassados no Sorei-Saishi significa deixa-los servir como membros no mundo espiritual. Significa também que o espírito assentado pelo Sorei-Saishi ganha divindade que vai lhe orientar no mundo espiritual.

Por isso, quem não tem Sorei-Saishi precisa gerar essa permissão para seus ancestrais, o quanto antes.
E quem está com seu Sorei-Saishi inativo, precisa urgentemente torná-lo ativo.
E se fez Sorei-Saishi mas não acumulou virtudes – acendeu a “chama da salvação” – mas não levou Luz para eles pela prática de virtudes, significa que está mexendo com o mundo espiritual, dando esperança e não fazendo a sua parte.

Diferença entre o Culto Especial aos Antepassados no Solo Sagrado e Prece Especial para os Antepassados

No Solo Sagrado, assentam no altar para o Culto Especial aos Antepassados, aqueles que estão relacionados no Sorei-Saishi (pelo tronco ou individualmente).

Prece Especial aos Antepassados – Dia 02 de novembro – no altar do Johrei Center – É um pedido a Deus que envie muita Luz aos antepassados que possuem Sorei-Saishi e aqueles que não o possuem (dos membros que não fizeram Sorei-Saishi ou o deixaram inativo; dos antepassados dos frequentadores).  

Então, que os membros pudessem levar Luz aos seus antepassados pelo Sorei-Saishi e pela prece especial; pudessem cultuar seus amigos através da prece especial e dessem oportunidade aos freqüentadores de levarem Luz a seus antepassados, cultuando-os (Formulário de Pedido de Prece Especial aos Antepassados) e participando do Culto. No final, vou explicar melhor.
O Presidente também nos orientou:

“- Não podemos esquecer que cada um de nós, assim como todos os nossos antepassados, já estivemos no mundo espiritual várias vezes, onde fizemos aprimoramentos e já reencarnamos no mundo material por diversas vezes.
Portanto, há uma grande possibilidade de já nos termos encontrado em alguma das nossas encarnações. Podemos ter sido irmãos, pais e filhos, ou então, vivemos algum tipo de romance, tivemos algum relacionamento envolvendo ódio ou intrigas. Nada disso é impossível ter acontecido.”
Revmo Watanabe

quinta-feira, 12 de outubro de 2023

Leia na íntegra o discurso de Benjamin Netanyahu


“Cidadãos de Israel, estamos em guerra, não numa operação ou em rondas, mas em guerra. Esta manhã, o Hamas lançou um ataque surpresa assassino contra o Estado de Israel e os seus cidadãos. Estamos nisto desde as primeiras horas da manhã.

Convoquei os chefes do sistema de segurança e ordenei – em primeiro lugar – a evacuação das comunidades que foram infiltradas por terroristas. Isso está sendo feito atualmente.

Ao mesmo tempo, ordenei uma ampla mobilização de reservas e que respondemos ao ataque de uma maneira que o inimigo não conhecia. O inimigo pagará um preço sem precedentes.

Enquanto isso, apelo aos cidadãos de Israel para que cumpram estritamente as diretrizes das Forças de Defesa de Israel e do Comando da Frente Interna. Estamos em guerra e vamos vencer.”