domingo, 17 de janeiro de 2021

Textos de reflexão sobre a Vida


 Cerca de 983 textos reflexão Textos de reflexão sobre a Vida
A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos

Uma só idade para a gente se encantar com a vida
e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida
à nossa própria imagem e semelhança
e sorrir e cantar e brincar e dançar
e vestir-se com todas as cores
e entregar-se a todos os amores
experimentando a vida em todos os seus sabores
sem preconceito ou pudor

Tempo de entusiasmo e de coragem
em que todo desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda a disposição de tentar algo novo,
de novo e de novo, e quantas vezes for preciso

Essa idade, tão fugaz na vida da gente,
chama-se presente,
e tem apenas a duração do instante que passa ...
... doce pássaro do aqui e agora
que quando se dá por ele já partiu para nunca mais!

Geraldo Eustáquio de Souza

Só depende de nós de que forma vamos encarar um novo dia, uma nova dificuldade, uma mudança, ou de uma forma geral a própria vida.

Em cada um de nós vive o poder da escolha, o poder de lutar ou desistir, de seguir em frente ou recuar. Por vezes parece difícil, impossível, mas quando existe verdadeira vontade de lutar, tudo se torna superável.

Então não desista nunca, por mais impossível que pareça, tudo é possível! O poder está em você, o poder de querer, o poder para fazer, o poder para mudar

O que de mais irônico há em nosso mundo, é vermos pessoas que afirmam procurar a felicidade, que a buscam em livros e reflexões e perdem tempo aprendendo filosofias tolas, quando deveriam começar por uma análise ao seu próprio coração. É impossível encontrarmos a felicidade em algum lugar, se nós mesmos não estamos preparados para a recebermos e não dermos os passos certos em nosso interior.

Pense um pouco em como encara o seu dia a dia. Lamenta e resmunga sempre que acorda de manhã, ou agradece pela oportunidade de estar vivo? Tenta fugir e se abate perante problemas, ou os encara como oportunidades de sentir o gosto de mais uma vitória? As coisas que vivemos a cada momento não vão mudar perante nossa perspetiva, mas se sempre cultivarmos a atitude correta, elas nos poderão trazer os melhores resultados.

Seja mais alegre a cada hora que passa, viva de forma mais positiva cada experiência. Você vai aprender algo de novo em todas as ocasiões e descobrirá o segredo para ser feliz!

Saiu no Estadão de hoje.



Antonio Hamilton Martins Mourão
 VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Nenhum país do mundo vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional, que agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos. Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades constituídas.
A esta altura, está claro que a pandemia de covid-19 não é só uma questão de saúde: por seu alcance, sempre foi social; pelos seus efeitos, já se tornou econômica; e por suas consequências pode vir a ser de segurança. A crise que ela causou nunca foi, nem poderia ser, questão afeta exclusivamente a um ministério, a um Poder, a um nível de administração ou a uma classe profissional. É política na medida em que afeta toda a sociedade e esta, enquanto politicamente organizada, só pode enfrentá-la pela ação do Estado.
Para esse mal nenhum país do mundo tem solução imediata, cada qual procura enfrentá-lo de acordo com a sua realidade. Mas nenhum vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional que já vinha ocorrendo, mas agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos e pode ser resumido em quatro pontos.
O primeiro é a polarização que tomou conta de nossa sociedade, outra praga destes dias que tem muitos lados, pois se radicaliza por tudo, a começar pela opinião, que no Brasil corre o risco de ser judicializada, sempre pelo mesmo viés. Tornamo-nos assim incapazes do essencial para enfrentar qualquer problema: sentar à mesa, conversar e debater. A imprensa, a grande instituição da opinião, precisa rever seus procedimentos nesta calamidade que vivemos. Opiniões distintas, contrárias e favoráveis ao governo, tanto sobre o isolamento como a retomada da economia, enfim, sobre o enfrentamento da crise, devem ter o mesmo espaço nos principais veículos de comunicação. Sem isso teremos descrédito e reação, deteriorando-se o ambiente de convivência e tolerância que deve vigorar numa democracia.
O segundo ponto é a degradação do conhecimento político por quem deveria usá-lo de maneira responsável, governadores, magistrados e legisladores que esquecem que o Brasil não é uma confederação, mas uma federação, a forma de organização política criada pelos EUA em que o governo central não é um agente dos Estados que a constituem, é parte de um sistema federal que se estende por toda a União.
Em O Federalista – a famosa coletânea de artigos que ajudou a convencer quase todos os delegados da convenção federal a assinarem a Constituição norte-americana em 17 de setembro de 1787 –, John Jay, um de seus autores, mostrou como a “administração, os conselhos políticos e as decisões judiciais do governo nacional serão mais sensatos, sistemáticos e judiciosos do que os Estados isoladamente”, simplesmente por que esse sistema permite somar esforços e concentrar os talentos de forma a solucionar os problemas de forma mais eficaz.
O terceiro ponto é a usurpação das prerrogativas do Poder Executivo. A esse respeito, no mesmo Federalista outro de seus autores, James Madison, estabeleceu “como fundamentos básicos que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário devem ser separados e distintos, de tal modo que ninguém possa exercer os poderes de mais de um deles ao mesmo tempo”, uma regra estilhaçada no Brasil de hoje pela profusão de decisões de presidentes de outros Poderes, de juízes de todas as instâncias e de procuradores, que, sem deterem mandatos de autoridade executiva, intentam exercê-la.
Na obra brasileira que pode ser considerada equivalente ao Federalista, Amaro Cavalcanti (Regime Federativo e a República Brasileira, 1899), que foi ministro de Interior e ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou, apenas dez anos depois da Proclamação da República, que “muitos Estados da Federação,
ou não compreenderam bem o seu papel neste regime político, ou, então, têm procedido sem bastante boa fé”, algo que vem custando caro ao País.
O quarto ponto é o prejuízo à imagem do Brasil no exterior decorrente das manifestações de personalidades que, tendo exercido funções de relevância em administrações anteriores, por se sentirem desprestigiados ou simplesmente inconformados com o governo democraticamente eleito em outubro de 2018, usam seu prestígio para fazer apressadas ilações e apontar o País “como ameaça a si mesmo e aos demais na destruição da Amazônia e no agravamento do aquecimento global”, uma acusação leviana que, neste momento crítico, prejudica ainda mais o esforço do governo para enfrentar o desafio que se coloca ao Brasil naquela imensa região, que desconhecem e pela qual jamais fizeram algo de palpável.
Esses pontos resumem uma situação grave, mas não insuperável, desde que haja um mínimo de sensibilidade das mais altas autoridades do País.
Pela maneira desordenada como foram decretadas as medidas de isolamento social, a economia do País está paralisada, a ameaça de desorganização do sistema produtivo é real e as maiores quedas nas exportações brasileiras de janeiro a abril deste ano foram as da indústria de transformação, automobilística e aeronáutica, as que mais geram riqueza. Sem falar na catástrofe do desemprego que está no horizonte.
Enquanto os países mais importantes do mundo se organizam para enfrentar a pandemia em todas as frentes, de saúde a produção e consumo, aqui, no Brasil, continuamos entregues a estatísticas seletivas, discórdia, corrupção e oportunismo.
Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades legalmente constituídas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Johrei método de criar felicidade

O que é o Johrei?

Johrei é um método de canalização de energia espiritual (luz divina), para purificação do espírito, capaz de transformar a desarmonia espiritual e material em harmonia.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Culto de Ano-Novo de 2021 e de Fundação da IMM


Solo Sagrado de Guarapiranga - 10 de janeiro de 2021
Saudação do Presidente da IMMB - Rev. Marco Antonio Baptista Resende

Bom-dia, família messiânica do mundo inteiro!

Feliz Ano-Novo!

Desejo aos senhores e às senhoras, bem como às suas famílias e a todos os povos um 2021 pleno de saúde, prosperidade e paz!

Os senhores e as senhoras estão passando bem?

Como estou feliz e agradecido pela permissão de servirmos à Obra Divina e de, hoje, estarmos, aqui, no Solo Sagrado, presencialmente e pela Izunome.TV, celebrando este Culto de Ano-Novo e de Comemoração da Fundação da Igreja Messiânica Mundial, data tão significativa para nós.

Há pouco, realizamos a cerimônia do Hatsuike, oferecendo a primeira flor do ano a Deus, a Meishu-Sama e aos antepassados, para expressar nossa gratidão e desejo de que, por meio do Belo, os sentimentos humanos sejam purificados e se elevem.

Foi uma cerimônia que encerra o profundo significado da importância do belo em nossa vida. Foi emocionante! Parabéns aos professores e aos dedicantes que se empenham diariamente em levar a flor de Meishu-Sama à sociedade. Recebam nossa gratidão!

Fazendo uma "retrospectiva" do ano de 2020, a partir de março, com a chegada da pandemia, o mundo virou de cabeça para baixo. Conforme comentei em outras ocasiões, parece que, de repente, Deus parou o mundo, e o solavanco ocasionado por essa pausa súbita desencadeou em nós várias reflexões e tomadas de decisão.

Lendo os inúmeros relatos de graças e milagres recebidos, pude constatar que, apesar das situações difíceis e, muitas vezes, dolorosas, foi fundamental tomar a decisão de praticarmos a fé messiânica dentro do nosso lar, junto aos familiares. Ao mesmo tempo, foi maravilhoso ver a família messiânica preocupar-se em levar a salvação para outras famílias, presencialmente ou a distância.

Graças a essa decisão e empenho, acredito que fortalecemos nosso elo espiritual com Meishu-Sama.

Alguns dos comentários que mais ouvimos nos relatos foram:
"Estou conseguindo participar diariamente dos cultos matinais e vesperais!... Minha família, assistindo aos cultos comigo, começou a conhecer melhor a nossa Igreja...";

"Conseguimos fortalecer a prática do Johrei no lar...";

"Passei a ler e estudar diariamente os Escritos Divinos...";

"Estou buscando trazer o belo para o nosso dia a dia... cuidando da casa com espírito de dedicação... vivificando flores no lar... distribuindo-as entre os vizinhos...";

"Comecei a praticar a horta caseira e a cuidar melhor da nossa alimentação...";

"Fiz uma atualização do Sorei-Saishi e coloquei em dia o culto dos antepassados...".

Os senhores sabem qual foi a palavra que mais ouvimos nos relatos?

Gratidão.

Quando penso nas mudanças significativas que estão ocorrendo na minha vida e na vida das pessoas, nas graças e proteções que temos recebido, sou tomado por um profundo sentimento de gratidão pela permissão de termos encontrado Meishu-Sama e de termos sido conduzidos à maravilhosa fé messiânica.

Estamos começando um novo ano e observamos que, na sociedade em geral, paira um clima de preocupação e insegurança.

As pessoas se perguntam: o que ocorrerá este ano? Como será o desdobramento da pandemia? O que acontecerá com a economia, com a política, com a educação e com a saúde? Como tudo isso afetará nossa vida e nossa família?

Realmente, estamos vivendo uma grande purificação mundial e precisamos estar bem cientes de que participar da construção do Paraíso Terrestre é o caminho para ultrapassá-la com serenidade e segurança.

E esse caminho está bem claro nos Ensinamentos de Meishu-Sama.

Não sei se esta analogia é a mais apropriada, mas como os Ensinamentos nos mostram o caminho a ser seguido, podemos dizer que eles são o perfeito GPS da nossa vida, testado e aprovado por Meishu-Sama.

Este GPS é o mais seguro que existe. Com ele, não há erro.

No dia a dia, muitas vezes, insistimos no caminho que pensamos ser o mais rápido e contrariamos o GPS, não é?

Nessas horas, o que acontece?

Recebemos a famosa mensagem: "recalculando a rota..."

Ou seja, podemos tentar sair do caminho, mas o GPS vai sempre nos reorientar para chegarmos ao destino determinado.

Podemos teimar, mas isso só vai atrasar a chegada.

Eu sei que não é o caso dos senhores e das senhoras, mas existem pessoas que passam a vida inteira "recalculando a rota"...

Então, só para confirmar... Eu já estou com o meu GPS ligado. Os senhores e as senhoras já ligaram os seus?

E o destino? Todos já sabem para onde estão indo?

Vou dar uma dica! Estamos indo dedicar na construção do Pa...raíso Terrestre. Isso mesmo!

Estamos indo dedicar na construção do Paraíso Terrestre!

Se, em algum momento dessa jornada, entrarmos em um beco sem saída, vamos buscar compreensão e sabedoria, lendo, o máximo possível, os Escritos Divinos.

Foi isso que ficou muito claro na experiência de fé da Fabiana, que ouvimos há pouco.

Apesar de ficar um período afastada da Igreja, em que enfrentou diversos problemas de saúde, Fabiana teve a permissão de se reencontrar com os Ensinamentos de Meishu-Sama.

Passou a ler os Escritos Divinos, a assistir aos cultos transmitidos pela Izunome.TV e foi reequilibrando o lado espiritual.

Foi emocionante ouvi-la dizer: "Fiquei impressionada ao ver como o Mundo Espiritual estava cuidando de mim, pois no momento de grande sofrimento e quando eu mais precisava, aqueles Escritos Divinos se encaixavam perfeitamente em tudo o que eu estava passando e me trouxeram conforto e esperança".

A partir daí, ela ganhou força, reconsagrou o Ohikari, retornou às dedicações e teve forças para superar as purificações e mudar seu destino.

Parabéns, Fabiana! Continue firme em suas dedicações e nas práticas messiânicas!

No ensinamento "Renove-se constantemente", que ouvimos hoje, Meishu-Sama foi enfático ao nos alertar sobre a importância de cultivarmos uma atitude contínua de auto-observação e renovação do nosso sentimento.

Meishu-Sama afirmou:
"Nesse sentido, eu me esforço ao máximo para não negligenciar meu desenvolvimento e aperfeiçoamento: este mês, mais do que no mês anterior; este ano, mais do que no ano passado. Todavia, progredir somente na parte material, isto é, nos negócios, na profissão e na posição social, assemelha-se a algo sem solidez, que flutua como uma planta sem raiz.

Portanto, torna-se indispensável a busca pelo desenvolvimento espiritual, ou seja, o enobrecimento do caráter."

Hoje, entendo que esse esforço de Meishu-Sama em se desenvolver e se aperfeiçoar a cada dia, culminou com a instituição da nossa Igreja, que tem a missão de construir o Paraíso Terrestre, que é o mundo pleno de Verdade, Bem e Belo, o Mundo da Grandiosa Luz.

Na saudação de inauguração da Igreja, Meishu-Sama afirmou:

"Considerando-se que esse mundo não passava de um ideal da humanidade, até o presente, duvidava-se de seu advento. Entretanto, eu afirmo que ele vai se concretizar."

E esclareceu:
"O mundo é formado por países, constituídos pelo conjunto de seres humanos; os países, de cidades, bairros e vilas; estes são compostos de famílias, e as famílias, de indivíduos. Por essa razão, se o indivíduo, que é a unidade, não for salvo, não há condições para que o mundo o seja. [...] O indivíduo é salvo e se aperfeiçoa; ampliando-se isto, o mundo será salvo e se aperfeiçoará. Assim, é preciso que o indivíduo seja salvo em primeiro lugar. Se o lar é um modelo do mundo, este [o mundo] estará salvo quando aquele [o lar] se tornar um paraíso e se salvar. [...]

A construção do Grandioso Mundo da Luz parece ser muito difícil, mas não é tanto assim; basta que o mundo fique repleto de lares livres de doença, pobreza e conflito. Desse modo, o mundo poderá banhar-se na verdadeira paz."

Se a concretização do Paraíso Terrestre começa pela salvação do indivíduo, podemos concluir que nossa responsabilidade é buscar constantemente a evolução e o aperfeiçoamento.

O caminho já sabemos, não é mesmo?

As experiências que vivemos no ano passado, confirmaram, mais uma vez, que o empenho nas práticas messiânicas é o que transforma a nossa vida, o nosso destino!

Vamos cultivar o hábito de, em qualquer situação, primeiro, agradecer.

Vamos orar diariamente, acompanhando os cultos matinais e vesperais da Sede Central, das nossas unidades religiosas... É muito importante estar juntos nesse movimento de Luz e gratidão.

Vamos intensificar a prática do Johrei, que é a canalização da Luz Divina que purifica as nuvens do nosso corpo espiritual, pois o acúmulo dessas nuvens é o principal obstáculo para a construção do Paraíso em nossa vida, em nosso lar e na sociedade.

Vamos renovar nosso espírito de dedicação no Solo Sagrado, na Igreja, no lar e na sociedade, sempre lembrando da máxima de Meishu-Sama: "Para ser feliz, é preciso fazer o próximo feliz".

Quando pensamos em fazer o próximo feliz, é fundamental compartilhar nossas experiências e transformações com as pessoas, para que elas também tenham a permissão de se encontrarem com Deus e Meishu-Sama e transformarem suas vidas, assim como, um dia, alguém fez isso por nós.

Lembrando sempre que a força que nos movimenta nessa direção é impulsionada pela gratidão.

Sendo assim, este ano, mais do que no ano passado, vamos nos empenhar, ainda mais, na leitura e na prática dos Ensinamentos, dos Escritos Divinos.

Então, para começarmos o ano com força total, renovando nosso espírito de busca, gostaria de sugerir 10 ensinamentos para estudarmos este mês.

Pensando bem, vamos fazer melhor do que no ano passado?

Já que todos concordaram, vamos colocar mais um ensinamento? Ou será melhor diminuir?

Então, vou sugerir 11 ensinamentos. Tudo bem? Vamos lá:

> Nascimento do Novo Mundo

> Ultrarreligião

> Substituição da Velha Cultura pela Nova Cultura

> O Bem e o Mal

> Johrei por meio das letras

> Medicina Espiritual

> Jornal que inspira o bem

E da nova edição do livro "O Pão Nosso de Cada Dia – o alimento espiritual do cotidiano", volume 1, os ensinamentos relativos aos poemas:

> Poema 4: Com sua visão limitada, o ser humano não consegue perceber o Plano traçado por Deus para corrigir o Céu e a Terra;

> Poema 55: Iluminado pela Luz de Deus, posso viver em paz de espírito mesmo em um mundo totalmente envolto pela escuridão;

> Poema 81: Quando vejo alguém se empenhando pelo bem do próximo e do mundo, tenho a sensação de estar vendo um diamante entre o cascalho;

> Poema 94: Aquele que esquece ter recebido de Deus a bênção da vida, assemelha-se aos animais ferozes.

Bom estudo! E lembrem-se: os Ensinamentos são o GPS da nossa vida!

Mais uma vez, desejo aos senhores e senhoras um 2021 maravilhoso, repleto de Luz, saúde, prosperidade, paz e muitas realizações.

Muito obrigado e boa dedicação!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Oração do Amanhecer


Senhor
No silêncio deste dia que amanhece
Venho pedir te a paz, sabedoria, a força
Quero olhar hoje o mundo com os olhos cheio de amor
Ser paciente, compreensivo, manso e prudente
Ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vês
E assim não ver senão o bem em cada um
Fecha meus ouvidos a toda a calúnia
Guarda minha língua de toda a maldade
Que só de bênçãos se encha a minha vida
Que eu seja tão bondoso e alegre
Que todos quantos se achegarem a mim sintam a tua presença
Reveste me de tua beleza, Senhor
E que no decurso deste dia eu te revele a todos
Fonte: Musixmatch
Compositores: Dr

Serviços Essências Covid 19

Veja quais são os serviços considerados essenciais pela prefeitura, e que poderão se manter em funcionamento na próxima segunda:

Padaria (de 5h às 21h)
Comércio varejista de laticínios e frios (de 7h às 21h)
Açougue e Peixaria (de 7h às 21h)
Hortifrutigranjeiros (de 7h às 21h)
Minimercados, mercearias e armazéns (de 7h às 21h)
Supermercados e hipermercados (de 7h às 21h)
Artigos farmacêuticos (sem restrição de horário)
Artigos farmacêuticos, com manipulação de fórmula (sem restrição de horário)
Comércio varejista de artigos de óptica (sem restrição de horário)
Artigos médicos e ortopédicos (sem restrição de horário)
Tintas, solventes e materiais para pintura (de 7h às 21h)
Material elétrico e hidráulico, vidros e ferragem (de 7h às 21h)
Madeireira (de 7h às 21h)
Material de construção em geral (de 7h às 21h)
Combustíveis para veículos automotores (sem restrição de horário)
Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo - GLP (sem restrição de horário)
Comércio atacadista da cadeia de atividades do comércio varejista listado nesta relação (5h às 17h)
Agências bancárias: instituições de crédito, seguro, capitalização, comércio e administração de valores imobiliários (sem restrição de horário)
Casas lotéricas (sem restrição de horário)
Agência de correio e telégrafo (sem restrição de horário)
Comércio de medicamentos para animais (sem restrição de horário)
Atividades de serviços e serviços de uso coletivo, exceto os especificados no art. 2º do Decreto nº 17.328, de 8 de abril de 2020 (sem restrição de horário)
Atividades industriais (sem restrição de horário)
Restaurantes, desde que em sistema de delivery ou retirada na porta (sem restrição de horário)
Banca de jornais e revistas (sem restrição de horário)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Reis magos


Dentro da tradição cristã, os reis magos são conhecidos por serem os personagens que visitaram Jesus Cristo logo após o seu nascimento, eles são chamados pelos nomes Baltasar, Gaspar e Melchior. A narrativa bíblica não dá muitos detalhes sobre eles, apenas relata que eles foram visitar Jesus para adorá-lo e entregar presentes a ele. Com o tempo, a tradição cristã acabou adicionando uma série de informações sobre os reis magos as quais os historiadores não conhecem a procedência.

A importância dos reis magos na tradição cristã é reforçada pelo fato de existir uma celebração a eles, no dia 6 de janeiro, conhecida como Dia de Reis. Atualmente, existem relíquias dos reis magos na Alemanha.


Acesse também: Por que o Natal é comemorado no dia 25 de dezembro?

Os três reis magos na Bíblia

Os reis magos têm origem oriental e visitaram o menino Jesus para adorá-lo e presenteá-lo.
A história dos reis magos é narrada na Bíblia, exclusivamente no Evangelho de Mateus, sendo encontrada no capítulo 2 e nos versículos de 1 a 12. A narrativa bíblica não fornece muitos detalhes sobre eles, nem sequer seus nomes são mencionados. O único registro da origem deles é a menção ao fato de serem do Oriente.

A história dos reis magos na Bíblia desenrola-se a partir do nascimento de Jesus, que aconteceu em Belém, e uma estrela no céu (conhecida, na tradição cristã, como estrela de Belém) acabou atraindo a atenção de três magos que foram guiados até o local onde encontrava-se o recém-nascido.

Os magos chegaram em Israel e foram encontrar-se com Herodes, o governador da região, perguntando-lhe onde estava o rei dos judeus. Herodes passou a orientação para que os magos continuassem sua busca e, para guiá-los na tarefa, contou-lhes o que as profecias hebraicas diziam a respeito de Jesus. Herodes ainda pediu para os magos  o avisarem quando encontrassem Jesus, porque ele também queria adorar o Filho de Deus. Mas ele, temendo pela perda de seu posto de poder, queria, na verdade, matar o recém-nascido.


Os magos continuaram seguindo a estrela e foram guiados até uma manjedoura em Belém. Lá, eles encontraram Jesus e imediatamente prestaram culto a ele e, em seguida, entregaram-lhe três presentes: ouro, mirra e incenso. Depois disso, foram informados por Deus, em sonho, que não deveriam contar nada a Herodes e, assim, eles acabaram retornando às suas terras por outro caminho.

Por que chamamos os magos de reis?
A Bíblia não chama os magos de reis em nenhum momento e isso é identificado em diferentes versões. Os termos usados são “magos”, “sábios”, “homens que estudavam estrelas” e termos semelhantes. Isso nos permite sugerir que o termo “magos” poderia ser uma referência a homens estudiosos e, além disso, pode ser sugerido que os magos eram astrônomos ou astrólogos.

É muito comum, porém, na tradição cristã, chamar os magos de reis. Os historiadores não sabem explicar como isso aconteceu e nem o momento específico, mas acredita-se que a utilização de “reis” para referir-se aos magos aconteceu em algum momento entre o final da Idade Antiga e a Idade Média.

Existe muito debate sobre esse assunto e alguns acreditam que a primeira menção foi realizada por Tertuliano, um bispo que viveu no norte da África nos séculos II e III. Há uma hipótese que afirma que a referência aos magos como reis ocorreu por meio de interpretações que foram realizadas do próprio texto bíblico. Essas interpretações encontraram supostas profecias na Bíblia sobre reis que trariam presentes e se ajoelhariam perante o Filho de Deus.

De onde os reis magos vieram?
Essa também é uma informação praticamente impossível de ser respondida, pois não existem evidências seguras para sustentar qualquer conclusão. Na Bíblia, é narrado que os magos vinham do Oriente, portanto, podemos concluir que eles vieram de regiões à leste da Palestina. Um documento escrito por um Doutor da Igreja de meados do século VII, chamado Beda, o Venerável, menciona os locais de origem dos magos.

Estes locais são: Ur, na terra dos Caldeus, para o caso de Melchior (também conhecido como Belchior); regiões próximas do Mar Cáspio para Gaspar, e proximidades do Golfo Pérsico para Baltasar. Assim, segundo esse relato, os magos são originários da Babilônia, Pérsia e Arábia, mas, novamente, é difícil tirar conclusões utilizando-se apenas esse documento como base.

Acesse também: Por que a Missa do Galo recebe esse nome?

E os nomes dos magos? De onde vieram?
Como percebemos no item anterior do texto, os magos ficaram conhecidos pelos nomes de Gaspar, Baltasar e Belchior (também conhecido como Melchior). Assim, como no caso de suas localidades, é difícil precisar se esses realmente eram os nomes dos magos e se essa foi uma informação inventada, quem a criou e quando a criou.

Os historiadores falam que a primeira menção a esses nomes para os magos é derivado de um documento grego escrito por volta do ano 500 e de autor desconhecido. Esse documento supostamente teria sido traduzido para o latim por um autor merovíngio que tinha um conhecimento muito básico dos dois idiomas (grego e latim) e que por isso acabou realizando muitos erros de tradução.

Esse documento é conhecido como Excerpta Latina Barbari e nele consta o nome dos três magos da seguinte maneira: Gathaspa, Bithisarea e Melichior. A partir daí, acredita-se que a tradição de  referir-se aos magos por esses nomes consolidou-se e permaneceu na tradição cristã. O mencionado Beda já chamava os magos por esses nomes em um documento chamado Excerpta et Colletanea.

Os magos eram mesmo três?
Essa é outra pergunta que não sabemos a resposta exata. Consolidou-se que os magos eram três pelo fato de os presentes mencionados serem exatamente três, mas existem estudos realizados em documentos antigos que sugerem a existência de outros magos – apesar de não existir como provar isso. Existem relatos que falavam que os magos eram em doze, assim como os apóstolos, outros sugerem que eles eram quatro.

Acesse também: Qual a origem da árvore de Natal?

Existem restos mortais dos reis magos?

Os restos mortais dos reis magos estão atualmente na Catedral de Colônia, na Alemanha.[1]
Existem restos mortais dos reis magos e estão localizados na Catedral de Colônia, na Alemanha. Esses restos mortais são tratados dentro do catolicismo como relíquias sagradas e, portanto, recebem um cuidado especial. Estudos realizados no século XXI sugerem que as ossadas presentes no relicário são referentes a três homens, um jovem, um de meia-idade e um idoso.

Os restos mortais dos reis magos foram encontradas por Santa Helena, mãe do imperador romano Constantino. Após encontrar os restos dos reis magos, ela os levou para Constantinopla, onde os restos permaneceram até o século VI. Depois os restos dos magos foram levados para Milão e, desde 1164, estão em Colônia, tendo sido levados para a cidade alemã pelo imperador Frederico Barba Roxa.

Créditos das imagens

[1] Mikhail Markovskiy / Shutterstock

Publicado por Daniel Neves Silva